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Boletim Carta Maior - 27 de Julho de 2010 Ir para o site
 

 
 
A América do Sul em 2022
As características da América do Sul – grande riqueza mineral e energética; grandes extensões de terras aráveis não utilizadas; população cada vez mais urbana em processo de estabilização demográfica; regimes políticos estáveis; inexistência e distância geográfica de áreas de conflitos intensos – tenderão a condicionar o papel da América do Sul em um cenário político mundial em que a disputa pelo acesso a recursos naturais e a alimentos será fundamental. em 2022, quer se queira ou não, devido a razões econômicas, políticas e sociais, o Brasil se encontrará inserido na América do Sul de forma muito mais intensa, complexa e profunda, tanto política quanto economicamente, do que se encontra hoje. A análise é de Samuel Pinheiro Guimarães.
> LEIA MAIS | Internacional | 26/07/2010
 
Soberania e democratização do acesso na política de medicamentos
Em entrevista à Carta Maior, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, fala sobre as ações para reverter a dependência tecnológica do país em relação à indústria farmacêutica internacional e sobre a política para levar mais medicamentos aos brasileiros. Hoje, 80% do que o país usa produção de medicamentos é importada. O Ministério da Saúde vem buscando inverter a lógica de favorecimento dos grupos farmacêuticos internacionais em favor da recuperação da soberania tecnológica do país neste setor.
> LEIA MAIS | Política | 27/07/2010
 
O sucateamento da saúde pública em São Paulo
O processo de terceirização e privatização implementado por governos tucanos em São Paulo repetem o padrão das políticas que FHC e Serra fizeram enquanto estiveram no governo federal: sucateamento e pauperização crescentes das estruturas públicas, principalmente as hospitalares e educacionais, e desvalorização de seus funcionários, para que o argumento privatizador pudesse encontrar respaldo junto à população em geral, com o devido apoio das corporações midiáticas. E assim foi. E assim continua sendo São Paulo. O artigo é de Gilson Caroni Filho e João Paulo Cechinel Souza.
> LEIA MAIS | Política | 26/07/2010
 
A privatização da segurança e a democracia nos EUA
Empresas privadas estão atuando em todos os setores que cuidam da segurança nacional dos serviços de inteligência dos EUA (cerca 70% do orçamento). Com o fim da Guerra Fria, as companhias militares privadas passaram a converter-se em soluções do mercado frente às novas tendências à privatização de várias funções governamentais. Crescimento do mercado privado de segurança anda de mãos dadas com a também crescente avaliação nos EUA de que as democracias não conseguem vencer as “pequenas guerras”, principalmente porque as exigências morais e políticas vão muito além do que a oposição doméstica está disposta a aceitar. O artigo é de Reginaldo Nasser.
> LEIA MAIS | Internacional | 25/07/2010
 
 
Do consenso democrático ao financeiro e ao atual consenso social
Como o Brasil transitou do consenso antiditatorial ao do ajuste fiscal, com uma virada à direita, para o consenso da justiça social, de caráter progresista. - 24/07/2010

 

 
Colunistas
 
Paulo Kliass
Quem tem medo da Attac?
A crise recente do capitalismo financeiro internacional recolocou o debate sobre a importância de políticas públicas e da presença do Estado na economia, por meio da política fiscal. E, pouco a pouco, foram sendo abertos espaços para o debate das idéias de Tobin e da ATTAC. - 26/07/2010

 
Análise & Opinião
 
Luís Carlos Lopes
Da palmada à tortura e a outros tipos de violência
Nem todos os que foram brutalizados na infância se transformam em pessoas violentas e perigosas. O resultado pode ser outro. O castigo físico imposto às crianças, além de provocar possíveis danos físicos, acarretam danos psicológicos, levando, por exemplo, ao aparecimento de adultos inseguros e incapazes de construírem suas próprias vidas. - 26/07/2010

 

Estatuto da Igualdade Racial: sonegação informativa e as novas bases para enfrentar o racismo
O Estatuto da Igualdade Racial foi sancionado esta semana pelo presidente Lula. O episódio mereceria um destaque muito maior por parte dos meios de comunicação. Mas, sem surpreender, a grande mídia comercial noticiou apenas discretamente o evento. Nenhum grande jornal deu na primeira página. E o Jornal Nacional da TV Globo fez apenas uma notinha curtíssima para a importância do fato, sem imagens. Ou seja, na proporção inversa da ampla divulgação que deu, por meses, à campanha do DEM contra as cotas para alunos pobres e negros na universidade. O artigo é de Beto Almeida. - 24/07/2010
 

Publié dans LANGUES DU MONDE

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