| | A possível Revolução Energética Num relatório alternativo sobre mudança climática, o Greenpeace propõe mobilização mundial para salvar o planeta. E demonstra, com base num amplo estudo científico: as soluções técnicas para a sustentabilidade já existem, e conduzem a lógicas e paradigmas pós-capitalistas
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| Um choque entre dois modelos A lógica dos combustíveis fósseis está emaranhada com os ideais da modernidade e do mercado. Pela primeira vez, está surgindo uma alternativa real a esse paradigma (A possível Revolução Energética, parte 2)
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| Muito mais que novos combustíveis A meta é ambiciosa: reduzir pela metade as emissões de CO2 e ainda assim transformar o acesso à energia num direito de todos. A humanidade precisa estar disposta a uma nova relação consigo mesma (A possível Revolução Energética, parte 3)
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| De que revolução se trata A ruptura necessária para salvar o planeta conduz a valores e lógicas sociais pós-capitalistas. Mas não se confunde com a "tomada" do poder (A possível Revolução Energética, parte 4)
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| A revolução do Outro Nossa contribuição ao 7º Fórum Social Mundial, que começa em 20 de janeiro, desta vez na África: num ensaio inédito, Gilberto Gil debate o papel da diversidade cultural, no esforço para repensar a emancipação social
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| Libertar os animais, reumanizar a vida Enxergar nas outras espécies seres que sentem e sofrem é um enorme passo para que o ser humano se livre das brutalidades que comete contra si mesmo
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| Da barbárie e seus antídotos Em nossa edição de agosto, mergulho nos dilemas de um planeta que se vê impotente diante da guerra, mas procura reinventar-se por meio das redes de solidariedade
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| Você tem olhos para quê? Em julho, no Le Monde Diplomatique, novos prazeres para quem enxerga o mundo imaginando que ele pode ser diferente
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| Aconteceu em Haditha Como foi cometido (e acobertado...) o massacre que pode mudar o destino da guerra no Iraque. O que ele revela sobre a ocupação, os EUA, a democracia e o controle do imaginário
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| Morrer na Indonésia Não foi o tremor de terra – mas pobreza e desigualdade – o fator que determinou a morte de 5 mil pessoas, após o terremoto em Java. Para assegurar o direito à vida, em situações como esta, há uma alternativa muito concreta
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| Irã, hipocrisia e interesses Por que a Casa Branca (e a mídia) querem transformar o Irã na “bola da vez”. Que medidas poderiam abrir caminho para um desarmamento nuclear completo
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A era da Comunicação Compartilhada
E se a resposta aos grandes conglomerados da mídia forem redes de cidadãos dispostos a ser mais que simples consumidores de informação?

Em breve, edição brasileira nas bancas

Cuba: dois caminhos
» Após a era de Fidel, que está se encerrando, que fazer? Manter o controle político nas mãos do PC e partir para reformas econômicas capitalistas, como na China? Ou ousar o novo, apoiando-se nos ricos processos de mobilização social da América Latina?
O muro europeu
» Reportagem no Marrocos: como vivem (e morrem) milhares de migrantes que o mundo rico quer ver longe de suas fronteiras. Mais: como a União Européia transfere para alguns países africanos o trabalho sujo de reprimir quem busca uma vida melhor
Conflito sem fim
» Retrospecto da “Guerra dos Seis Dias”, que envenenou o Oriente Médio. Por que ela turvou as relações entre Israel e Palestina. Como a derrota abalou e fez regredir o mundo árabe. De que forma Tel-Aviv transformou sua vitória em pesadelo
Bye-bye, Blair
» Melancólica despedida do criador da “Terceira Via”. Sua popularidade está em ruínas, suas vitórias eleitorais ficaram para trás, os balanços de seu mandato destacam a subserviência aos EUA e a mediocridade
Banco do Sul
» Em meio à crise do FMI e do Banco Mundial, países latino-americanos preparam-se para lançar uma alternativa. Seu caráter ainda não está definido, mas algumas propostas podem fazer dele um projeto revolucionário
África
» Cinqüenta anos após a independência, Gana é um reflexo da recolonização do continente. Políticas neoliberais devastaram a indústria nascente, arruinaram os camponeses e tornaram as cidades caóticas e violentas
França
» Ignacio Ramonet analisa a ascensão de Sarkozi. Segundo ele, é o fim de uma era, e exige uma refundação da esquerda
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